Textos categorizados 'TED'

23mar (Lisboa)

Um dos poucos dias em que eu não tinha compromissos profissionais para resolver, então eu planejei meu dia mentalmente para acordar cedo, ir ao Zoo de Lisboa, depois me perder de propósito, me misturar com as pessoas do dia a dia.

Mais um dia de correria profissional, com algumas reuniões e muito bate-papo para levantarmos ótimas ideias, eu estou tão perdido no tempo que achei que este tivesse sido o dia em que eu tive liberdade de lazer, mas não: este dia foi ontem, apenas. Novamente, na companhia do Julian Treasure, e seu fantástico trabalho, que muitas empresas deveriam contratar – lembram quando no começo as pessoas indagavam sobre a importância de uma apresentação, e atualmente não vivem sem? A mesma coisa com o trabalho dele.

Admito que por passar a maior parte do tempo sozinho, eu acabo me entediando facilmente, e por isso não tenho muitas novidades: quando o dia está cheio de trabalho, é igual a qualquer dia em São Paulo, onde chega o final do dia e você só pensa em ir para a cama, dormir, descansar.

No meu caso, antes de fazer isso eu ainda abro o notebook, vejo os meus e-mails, respondo, trabalho (além da agência, ainda tenho não um, nem dois, mas TRÊS eventos TEDx – sendo que um deles eu sou host), dou notícias para a família, falo com alguns amigos e, aí sim, vou dormir, e quando isso acontece já é tarde e eu me dano pela manhã do dia seguinte.

Mas o dia seguinte foi melhor, em questões de lazer.

21mar (Porto) TEDxO’Porto 2011

Na noite passada eu fui dormir quase às 03h00 da madrugada, e o credenciamento para o evento começava às 07h00: imagine o estado do meliante cá. Para complementar a situação, eu precisava fazer a barba (uma das raras vezes em que eu limpei o rosto 100% com gilette foi este dia), e não é algo que se deva fazer rápido, principalmente se precisa aparar pelos perto da jugular.

Também estou com uma mania cretina: coloco o celular para despertar, e quando ele desperta, eu pego ele, trago de volta, e durmo. Sim, durmo, o que significa que eu entendo menos que uma pedra a função de um despertador (pelo menos ultimamente), e isso faz, também, com que meu atraso apenas se prolongue.

As boas notícias: o credenciamento terminava às 09h00 (tranquilo), e meu hotel ficava a duas quadras do local do evento (mais tranquilo – e saudável – ainda), então meus problemas não foram tão agravantes para a minha manhã.

Tendo dito tudo isso, vamos direto para o evento: a Casa da Música, para quem (ainda) não sabe (como eu, que só soube uns dias antes) é uma casa de shows e espetáculos que possui a melhor acústica do mundo. Sim, do mundo, ele inteiro.

Sim, estamos contando até os oceanos, quando dizemos “mundo”.

O TEDxO’Porto 2011 foi realizado para mais de 1200 pessoas, muito bem distribuidas, super confortável de se estar, tudo maravilhoso. Palco, luz, som (bom, não preciso entrar em detalhes sobre este ponto específico), a cerimonia de tudo realizada pelo Manuel Forjaz, o incentivo ao networking e às misturas, para evitar grupos fechados que não interagem com ninguém. Confesso que esta parte é sempre muito difícil, pois significa lidar com as vontades de cada pessoa, principalmente as mais introvertidas ou menos humildes.

É sempre uma experiência maravilhosa participar de um evento TEDx, mesmo que seja um modelo previsível (sempre serão palestras, e nada mais – para quem acha que existe diferenciações entre um evento e outro), pois é muito rico em conteúdo, principalmente cultural, pois trata-se de experiências particulares aplicadas em um assunto que tenha conexão com o tema do evento – como este agora, aqui em Portugal, cujo tema era Being Blue, que de acordo com Manuel Forjaz teve como objetivo mostrar o grande potencial que Portugal tem em si, e diversos pensadores subiram ao palco, em distintas áreas, para afirmar (e provar) que o tema é bastante concreto e realista.

Conheci muita gente bacana, também, tanto da organização quanto os próprios palestrantes, tive o prazer indescritível de, no jantar com palestrantes após o evento, sentar-me na mesma mesa que Celso Grecco e Miguel Neiva. Para quem não sabe, Celso Grecco é brasileiro, trabalha na Bolsa de Valores e criou a primeira Bolsa de Valores Sociais do mundo. Já Miguel Neiva é designer e desenvolveu um sistema de identificação de cores para daltônicos – Color Add – simplesmente encantador, sensacional, e de tirar o fôlego (dou mais enfoque nele pois eu sou formado em design, e não entendo bulhufas de economia).

Como dito acima, participei do jantar com os palestrantes, realizado no restaurante do Hotel Infante Sagres, que descobri ao final do jantar ser um dos restaurantes portugueses recomendado pelo Guia Michelin 2011. Portanto, taí uma experiência gastronômica muito bacana que tive no dia, principalmente por eu estar organizando o TEDxCampos, que irá abordar a gastronomia e alimentação dentro do tema “Alimentando ideias, inspirando relações humanas”.

Este foi o meu dia: prazer, conhecimento, conexões, e uma boa janta premiada com todos os envolvidos.

20mar (Porto)

Este dia não postei ontem, por algumas razões – no decorrer da postagem, entenderão.

Acordei tarde (oh yes), e vim verificar e-mails, recados etc. (para quem ainda não sabe, mais da metade do meu planejamento em Portugal é de trabalho, e o lazer seria apenas para os momentos que sobrassem), e acabei engatando uma conversa que foi bastante prolongada, até eu ver que não tinha almoçado (já se passavam das 15h aqui em Porto), então saí para comer, mas antes dei uma volta pelos arredores.

Para começar, a duas ou três quadras daqui do hotel, estava o local do TEDxO’Porto 2011, a Casa da Música, que já falei bastante nas outras postagens, e eu bati algumas fotos externas (quem tiver meu Facebook poderá ver), e depois fui para a Praça Mousinho de Albuquerque, onde tem o Monumento aos Heróis da Guerra Peninsular – não sei, sinceramente, se é algo que realmente turístico, mas eu gostei bastante, adoro monumentos, estátuas e arquitetura.

Depois, nos arredores, fui em uma padaria/lanchonete e pedi a tal da Francesinha. Me descreveram ela como um sanduíche de queijo, presunto e molho de pimenta/apimentado, algo assim, e na hora que eu pedi veio um monstro. Para quem quiser ver a aparência da criança, clique aqui.

Na volta para o hotel, eu lembrei que precisava comprar algumas coisas que não trouxe do Brasil, como cortador de unha, barbeador, espuma para barbear e um engradado de Coca-Cola Zero (assim eu paro de consumir o minibar – apesar de que o preço no minibar é o mesmo lá fora…”lá fora”, como se fosse Arquivo X). MAS, era domingo, e tudo estava fechado. Cazzo. Ou melhor, foda-se (sim, aqui fala-se isso sempre, é tipo uma mistura de “porra” com “né?”).

Na volta para o hotel, achei um supermercado, aberto, e entrei nele: era bem varejão, com bandejão de calcinha, pilha, parecia uma feira com parede e teto. Não achei o que eu queria, saí de lá.

Depois de comer aquela atrocidade à humanidade, eu precisava tomar um cappuccino e comer algo doce, então fui até a cafeteria que tem colada ao lado do meu hotel, onde havia a placa escrito proibido estudar: se alguém puder explicar o que isso significa aqui em Portugal, os comentários da postagem estão em aberto para isso (também).

Cappuccino + croissant de chocolate. Tá, maior comida de fresco, eu sei, alguns vão falar que eu deveria mascar um peixe vivo e beber diesel, mas estava bom, apesar do chocolate no meio do croissant ainda estar na forma de barra – alguém esquecem de esquentar o suficiente, talvez?

No hotel, perguntei ao recepcionista sobre algum lugar para comprar o que precisava, e ele me indicou outro supermercado, na rua do hotel, a poucas quadras: maravilha. Consegui comprar tudo, e o supermercado era bonito! Nada demais ou diferente dos brasileiros, mas comparando com o bandejão de calcinha, sinceramente…

Voltei para o hotel, voltei para o computador, voltei para a mesma conversa, com a mesma pessoa (sinceramente? Era uma conversa bastante interessante), e vi que ia ter um jantar pré-TEDx, mas o tempo passou tão rápido que quando eu fui ver no relógio de novo já havia passado da hora, então resolvi ficar por aqui mesmo.

Lembrem-se: eu acordei tarde.

Daí eu pensei em dormir cedo, já que precisaria levantar 6h30 para me arrumar e estar no evento a partir das 7h, mas acabe indo dormir tarde (depois das 2h), ou seja, eu me auto sacaneei, mas esta parte eu irei contar na próxima postagem.

19mar (Lisboa – Porto)

Hoje meu dia foi bem vazio.

Tudo bem, eu irei encontrar detalhes para entreter vocês. Começando pelo momento em que eu acordei e pensei preciso fazer o check-out até meio-dia, e havia combinado de pegar carona com uma van do evento, que iria levar outras pessoas de Lisboa até Porto. Rapidamente fiz minhas malas, desci, fiz o check-out, e pensei em almoçar no próprio restaurante, assim ganhava tempo sem precisar ficar andando pelas ruas, e correr risco do planejamento dar errado.

Pois bem: não foi assim que aconteceu.

Almocei um hamburger no hotel que, sinceramente, não estava bom. Não estava ruim (a ponto de recusar), mas a aparência bonita escondia, na verdade, uma qualidade de lanche de bar: carne de hamburger frita, que dá aquele soco no estômago quando está terminando de comer, as batatas-fritas ajudaram (bastante), assim como o refrigerante e, a parte boa, a sobremesa, que foi uma porção de profiteroles.

Almoço realizado, pago, volto ao saguão do hotel e aguardo a ligação da van, o que demorou para acontecer, precisei ligar para meu amigo e perguntar se ele teria informações sobre ela, mas estava tudo normal, como planejado. Mas onde então estava o problema? Em Lisboa.

No dia estava marcada uma manifestação contra desemprego e injustiça social, e meus amigos explicaram, depois, que isso tudo é um reflexo (ou extensão) da crise mundial, que afetou fortemente alguns países da Europa (ou todos, eu sou burro para Atualidades), e eu imaginei que fosse ser algo pequeno, mas foi algo imenso, com mobilização policial e cobertura ao vivo na televisão.

Isso tudo causou…trânsito. Saio de São Paulo, esqueço que existe trânsito, e me deparo com o próprio aqui do outro lado do oceano. Mas o motorista (Nuno Baltazar, grande homem, simpatia) soube escapar por alguns atalhos, e fomos pegar outras pessoas que iriam conosco até Porto.

Essas pessoas, aliás, bastante loucas: todas mulheres, muito simpáticas e receptíveis, que ficaram mais de 3 horas sem parar de falar, e não era apenas falar, mas sim manterem-se engraçadas do começo ao fim, com direito a risadas de porquinho, gritos, cantoria e arrotos (minha amiga disse que elas arrotaram, mas eu estava dormindo – sim, eu consegui dormir).

Dormi, acordei, e continuavam cantando, gritando, atormentando o Nuno, até chegarmos em meu hotel, que fica a poucas quadras do local do TEDxO’Porto 2011, Casa da Música (http://www.casadamusica.com) – admitam, um lugar lindo demais. Amanhã irei tirar o máximo de fotos aqui em Porto, e dedicarei boa parte para a Casa da Música,

Havia uma exposição para visitar, Survivors, do GMB Akash (http://www.gmb-akash.com), mas chegamos muito tarde, já havia acabado, então nada mais do que se arrumar no quarto, consumir um pouco do mini-bar (refrigerante e um chocolate).

Quando entrei no quarto, acessei meus e-mails pelo iPhone e vi um e-mail do meu pai, dizendo que meu irmão havia sido atropelado, mas que estava tudo bem, foi um acidente leve e ele teve apenas alguns poucos esfolamentos. Porra! Meu irmão? Atropelado? Porra! Não falei com ele, pois ele estava fora de casa, mas falei ao telefone com meus pais, e eles garantiram que ele estava bem, já havia até saído com a namorada. Soube, também, que o motorista foi prestar auxílio e meu irmão, com sua gentileza nata, o mandou tomar no cu.

Sim, no cu. Esta informação significa que ele estava normal.

Depois, pensei em comer, decentemente, como sempre faço, mas o hotel não possui restaurante, daí eu fiquei com uma preguiça bem grande de sair do hotel e andar até algum restaurante, então continuo por aqui, e daqui será cama. Amanhã não sei o que farei durante o dia, sei que irei almoçar (dã), dar uma volta pelas ruas, encontrei várias arquiteturas bacanas por aqui, praças lindas e construções que, à noite, iluminadas, são fantásticas.

Aliás, repensando minhas fotos da Itália, e o pouco que tirei de Lisboa (irei voltar lá depois de Porto), conclui que eu gosto de arquitetura, árvores, nuvens, céu azul, cores vivas (principalmente quando há sol forte) e horizontes. E também gosto de usar ângulos um pouco diferentes, tenho uma técnica de alinhar algo do enquadramento de forma paralela com as extremidades do visor – quem quiser olhar minhas fotos da Itália novamente, poderá notar esta características.

Apesar desta técnica, eu não trabalho para a NatGeo.

18mar (Lisboa)

Fui dormir às 3h00, e hoje tinha reunião às 10h00, o que significa que sofri como um hamster parindo uma vaca – mas consegui: atrasado, mas consegui, a reunião foi um sucesso, a recepção foi ótima, e em breve poderei lançar a novidade. Dei uma pequena volta a pé, após a reunião, e cada dia que passo acho Portugal uma delícia, e está cada vez melhor pois se relacionar com alguma pessoa é muito mais fácil, por causa da similaridade dos idiomas, mesmo às vezes comigo tendo receio de falar, segundos depois lembro que ambos falamos português.

Os taxis são baratos, tenho feito bons trajetos por menos de 6 ou 7 euros (na Itália era um chute no saco – metaforicamente falando, creio que esta parte todos entenderam), mas pretendo andar mais, principalmente agora no fim de semana, que não terei compromissos da agência, tampouco profissionais: irei para Porto, onde passarei poucos dias, por conta do TEDxO’Porto 2011, e meu hotel será na rua do evento, maior conveniência não há.

Hoje comecei minha rota turística por Lisboa, graças à Bibiana, que já morou aqui e está tendo a paciência de me levar em alguns lugares. Como eu costumo esquecer das coisas, não poderei contar com detalhes os locais (nome, história etc.), creio que ela vá me corrigir depois e eu atualizarei esta postagem, mas prometo ser o mais explícito possível.

Tonto.

Peguei metrô, duas estações depois e já estava em Baixa-Chiado, onde encontrei a Bibiana e, alguns segundos depois, vejo uma pessoa vindo em minha direção, e eis que é o João Melhado! Porra moleque, a gente nem combinou nada, e nos encontramos tão rapidamente, adorei de verdade. Demos um tempo em um bar chamado A Brasileira, e a região é cheia de brasileiros, mas admito que em tanta muvuca é difícil distinguir uns dos outros.

Saímos, demos uma volta e fomos ao Adamastor, que é tipo uma Vila Madalena mais interessante, perto do cais, estilo mini parque, com pessoas sentadas comendo, bebendo, com os cachorros soltos brincando com as crianças, punks, roqueiros, hippies, maconheiros, mochileiros, e qualquer tipo de gente – é de se entender, pois há poucas quadras está o albergue Oasis. E pensando melhor, é realmente igual a Vila Madalena: gente estranha não falta.

Lá, comi uma tosta quente, que é um misto, porém melhor: presunto melhor, queijo melhor, e um pão que me lembrou ciabatta. E é barato! Isto foi o meu almoço, mais um cupcake e um copo de Cherry Coke (cacetada, há quanto tempo que não tomo uma dessas).

Mais passeio, andamos por algumas ruas pequenas, convidativas, aconchegantes, frias, com casas e lojas misturadas: o design era nítido, assim como as cores e a variedade de estilo em cada loja, sendo de bebida ou de roupa, todas compunham um cenário bacana.

Depois pegamos o elétrico (bonde), que foi até perto do Chapitô (www.chapito.org), um restaurante/bar/balada/biblioteca/teatro muito bacana, e bastante concorrido para se achar mesa para jantar (precisa de reserva): como nós chegamos antes do horário normal, de pico, pegamos uma mesa tranquilamente e apreciamos a vista do cais de Lisboa – fantástico, uma delícia.

Falando em comida: filé com bolo de cogumelos e espinafre cozido/refogado. Não tirei foto, mas garanto que dá vontade de comer todos os dias, uma delícia sem tamanho. Como estou organizando um evento com foco gastronômico, irei me forçar a comer coisas que eu geralmente não como, por escolha ou oportunidade, como por exemplo na hora de pedir sobremesa, sempre priorizo o que tem chocolate, mas desta vez escolhi uma torta de framboesa, que na verdade parecia uma fatia de pizza doce e eu acabei não gostando muito.

Chocolate, me perdoe, eu fui iludido!

O frio de noite é forte, mas estava mais fraco que ontem: só de camiseta eu consegui sobreviver muito bem. Claro que um casaco ia bem, mas eu quis correr o risco e ir sem.

Voltei para o meu hotel, e aqui estou desde então, respondendo e-mails, postando fotos e notícias em meu empoeirado blog, falando com as pessoas, assistindo alguns trailers de filmes, já com bastante fome e sede (mas infelizmente já encerraram a cozinha do hotel), e acabei de ligar para casa. Eu tenho dado notícias desde sempre, para começar, através do meu jeito nerd de ter me acostumado a postar os locais que estou no Foursquare, de usar o Twitter para falar algumas coisas, o Facebook para outras, o Instagram para compartilhar momentos interessantes…se minha mãe soubesse mexer no computador, quase nem precisaríamos nos falar ao telefone, ela já saberia tudo a meu respeito.

Mas voltando à realidade, liguei para casa, falei com meu irmão e minha mãe, e sim, estou com saudades de casa. Uma das primeiras coisas que falei para ela foi que o sentimento de solidão que tive na Itália está começando a surgir aqui, mas ainda está fraco – espera eu me enfiar no meio de 1400 pessoas na segunda-feira, quando acontecerá o TEDxO’Porto 2011, e eu conhecer algumas pessoas que só conheço virtualmente, que esta sensação irá passar…

…ou apenas se mostrar mais forte para, quando eu voltar para o hotel, ficar refletindo sobre a vida, a presença das pessoas ao meu redor etc. Sim, viagens em que você fica a maior parte do tempo sozinho servem, também, para você refletir sobre você mesmo, o futuro, como você lida com as pessoas etc.

Creio que eu irei atualizar este blog com as informações esquecidas de meus passeios, caso a Bibiana leia e venha me corrigir em alguma coisa, então fiquem atentos, todos vocês, um milhão (sic) de leitores que acham minha vida melhor que Paredão do BBB.

Pré-Portugal

Alguns meses depois me motivo a escrever algo que não sejam e-mails. Sim, eu estou devendo uma postagem master para o Papo de Homem, que pretendo fazer, pasmem, do avião. Uma das novidades é esta: estou escrevendo para o Papo de Homem, um ótimo site que, apesar do nome, vai além (e muito além) do clichê de ficar postando foto de mulher pelada (aliás, isso deve ser menos de 1%), existe uma equipe inteligente e com rico conteúdo em diversas áreas, que constroem um coletivo de comportamento com sucesso de acessos (eu sei quantos acessam mensalmente, lalala, lalala, ok parei).

E vocês (ou você, já que eu não tenho leitores aqui) devem estar pensando “avião?”, e é isso mesmo: amanhã embarco para Portugal, onde irei representar a MonkeyBusiness no TEDxO’Porto 2011, que acontecerá no dia 21 de março (terça-feira).

Além disso, irei trabalhar: estamos abrindo novos horizontes de trabalho, e um deles é em Portugal, onde já existe mercado (e interesse), o que representa ótimas chances de eu retornar ao Brasil com um ótimo network de todos que conhecer.

Além deste além disso, eu pretendo, nas horas vagas, conhecer Portugal, que é uma das raízes de minha família (meu avô materno nasceu em Serapicos, Bragança).

Assim como fiz em minha viagem para a Itália, eu irei fazer aqui: diariamente tentarei postar o resumo do meu dia, mesmo que eu não tenha nada interessante.

TEDXSP + MonkeyBusiness

tedxsp

É com grande alegria que posto (atrasado, mas melhor do que nunca) que a Monkey Business tornou-se apoiadora do evento TEDx São Paulo (www.tedxsaopaulo.com.br).

O TED começou nos Estados Unidos em 1984, como uma reunião de profissionais das áreas de Tecnologia, Entretenimento e Design (cujas iniciais deram nome ao encontro). A conferência logo se expandiu para outras áreas e passou a atrair não só ícones globais como talentos desconhecidos. Para todos, o desafio é o mesmo: inspirar as pessoas com uma palestra de até 18 minutos.

Já passaram pelos palcos do TED personagens como Al Gore, ex-vice-presidente dos EUA e ganhador do prêmio Nobel; o cantor Bono Vox; o designer Phillipe Starck – todos contando sobre as suas paixões. Entre os brasileiros, estão o artista plástico Vik Muniz, o ex-prefeito de Curitiba Jaime Lerner e, mais recentemente, a geneticista Juliana Ferreira.

A primeira edição do TEDx no Brasil está sendo organizada sob rigorosos critérios do TED norte-americano. O primeiro passo para obter a almejada licença é ser membro da comunidade internacional do TED, seja pela participação como palestrante, platéia, doador ou patrono.

Agradeço ao Helder Araújo, pela bela iniciativa e força de trazer este evento para nós (o primeiro de muitos), a Lívia Ascava, nossa simpática amiga e parceira já que nos concedeu a reunião e companhia de um belo café americano e a toda equipe que está suando e ralando para oferecer um evento que todos são apaixonados e ansiosos para participar.

Nós da Monkey Business iremos tuitar ao vivo do evento, para que você possa acompanhar junto conosco todos os detalhes sobre o evento. Teremos mais novidades, mas isso ficará para outra postagem.

Para conhecer mais:
TED (www.ted.com)
TEDx São Paulo (www.tedxsaopaulo.com.br)
Monkey Business (www.monkeybusiness.com.br)

@tedxsp
@mkbusiness


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