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20ago (Milão – Verona)

Ontem fiz algo diferente á noite: apesar de ter ido jantar no McDonalds (mas desta vez pedi um número completo – que não tem aqui no Brasil, e lembra muito o duplo cheesebacon do Burger King), eu comprei uma Coca Zero 600ml e sentei na praça (imensa) em frente à Centrale Stazione.

Para quem assistiu o filme Trama Internacional (Clive Owen e Naomi Watts), ela aparece mais ou menos no meio do filme, quando estão transmitindo um comício político e um atirador mata o político. A cena que passa por cima da praça é perfeita para ter uma idéia do tamanho e da beleza (sem truques de câmera ou tratamento de CG depois).

Por lá você encontra alguns poucos casais, muitos grupos de amigos, tomando cerveja e jogando conversa fora, ou pessoas estranhas (como um travesti que de longe parecia um armário de saia e de perto era nítido o seu gogó protuberante, ofensivo e distinto, destacado e chamativo, parecendo um cotovelo saindo de uma massa de bolo, ou um bico de ave tropical roçando uma cortina.

Dormi, acordei com o despertador às 10h30 e pensei em retornar à Lanza, de metrô. Não prestei atenção que o café da manhã no hotel termina às 10h, portanto tive que tomar fora. Fui no mesmo lugar onde foram muito simpáticos comigo, deu vontade, de verdade, de perguntar se eles queriam ser meus novos amigos: o cara do caixa (parecia um ator famoso que esqueci o nome, tipo Vin Diesel) e o atendente do bar (que parecia o Joe Pesci), muito simpáticos.

Depois passei em outra gellateria e pedi sabor limão, que foi um abraço gelado na língua e uma explosão de sabores. Agora eu posso, com certeza, entrar para o time daqueles que falam bem dos sorvetes italianos.

Os funcionários do Hotel San Carlo também fora muito legais. A maioria muito reservada, mas um dos funcionários (ou dono, pelo comportamento acelerado) foi muito legal comigo também, principalmente quando falei que era brasileiro, ele me veio com uma frase que falava sobre o Kaká no Milan.

Encerrei minha conta no hotel e parti pegar o trem, na estação principal, onde fiquei tomando minha Coca Zero, como contei anteriormente. Foi meio difícil de achar o meu trem, quando eu vi um balcão de ajuda para turistas. Cheguei lá, perguntei, e o cara me respondeu que não sabia.

Recapitulando: um balcão de assistência ao turista, na estação de trem, e o cara não sabe me dizer como achar o meu trem? Pegadinha do Mallandro. Pedi informação para um homem, que lembra aquele tiozão monocelha do American Pie, e apesar de ele não falar inglês, ele foi junto comigo procurar o trem. Tentou falar comigo, mesmo em italiano, tentou me explicar como deveria fazer, o cara foi realmente prestativo.

Achei o meu trem, entrei nele e já tirei umas fotos. O homem que controla os bilhetes de trem e avisa que lá era a primeira classe. Estava estranhando o trem ser tão gostoso e vazio. Então andamos até a segunda classe, que foi legal também, nada de estrambolicamente diferente, apenas dois pontos: não era estofado e tinha bastante gente (mas nunca ninguém em pé, creio que nem possa).

Demorou 1h30 mais ou menos para chegar em Verona, fiquei à toa tomando um Burn (€3) enquanto olhava a rua, até terminar e pedir um taxi:

- Taxi? Via Postumia, 88, Hotel Antares per favore.

O taxista começou a puxar assunto comigo, deve ter achado que eu era nativo, e eu tive que falar minha mais falada frase da viagem: scusi, no parlo italiano.

E eis que o taxi foi tomado pelo silêncio.

Chegando no hotel, lá pelas 15h30 mais ou menos, percebo o meu pior erro: errei o dia, e cheguei um dia antes. Não havia como eles me ajudarem pois o erro era realmente meu e eles não tinham quarto avulso pois estavam lotados.

Sou brasileiro e não desisto nunca: fiquei das 15h45 até 22h30 na frente do hotel, gravei um vídeo lá, acessei a internet pelo iPhone (o que com certeza foi caro) para mandar notícias minhas para minha família.

Depois eu pensei em andar e achar algum restaurante para bater aquela chepa e voltar para o hotel. Situação: o hotel fica no meio de uma estrada, então você precisa andar quilômetros para achar algo comercial (sem ser uma concessionária em frente – ah se eu comesse carros…), e eu, claro, resolvi andar, mesmo com uma mochila nas costas e a bagagem de rodinha e alça que fui puxando e revezando os braços.

Andei, bastante, e tirei fotos também. Entrei em uma rua que era só terrenos, terrenos, e terrenos, e aquelas casas perdidas que dá para filmar filmes de suspense ou terror (ou a continuação de Sob o Sol de Toscana, mas desta vez em Verona), andei seguindo uma placa de restaurante (que não achei), e eu passei por uma casa bonita, com dois cachorros-sirenes, que latiam a cada passo meu, e eu chamei a dona da casa, que estava do lado de fora, e consegui transmitir a informação de que tinha sede e não falava italiano.

Scusi, no parlo italiano e blablablabla com as mãos – eles entendem bem nossas mãos, apesar de não serem ciganos.

Ironia time! pã pãrarã, pã pã, pã pã.
(ritmo de U Can’t Touch This, do McHummer).

Ela entrou em casa, e voltou com uma máscara de gripe (esperta) e uma garrafa com água gelada e um copo descartável. E eu defenestrei a garrafa em alguns poucos goles. Grazie e parti de volta para o hotel.

Voltei para o hotel, continuei aguardando virar o dia, e percebi outro erro: eu havia lido errado o horário de checkin no hotel, então eu precisaria esperar mais do que eu tinha imaginado.

Não sei se irei escrever quando subir para o meu quarto, estou cansado, e sinceramente um pouco de saco cheio de computador. Mas é do meu interesse registrar tudo isso, e muitos sabem que sou mais ágil digitando do que escrevendo (e minha letra é medonha e sem personalidade).

Ciao.

19ago (Milão)

Ontem à noite, que já era hoje de madrugada, assisti W, de Oliver Stone, sobre a vida do George W. Bush. O filme não fala bem nem mal, mas mantém uma narrativa neutra, sempre balanceada com erros e acertos dele durante sua vida. Interessante.

Terminou tarde, fui dormir, e o calor era grande. Maior ainda foi quando acordei, e o sol trincava a cortina com aquele amarelo intenso, e provavelmente, quando voltar para o Brasil, pegarei o final do inverno e o começo da primavera.

Consigo ouvir as pessoas falando alto na rua.
Italianos.

Acordei às 9h30, voltei a dormir e levantei às 12h30, depois de ouvir a faxineira bater na porta. Ligação da Iberia com a previsão de entrega de minha bagagem, lembrei que hoje era dia de passeio, coloquei a primeira (e única) roupa que vi, organizei minhas coisas e saí.

Novamente simpáticos, outro recepcionista me ensinou a andar de metrô até o endereço onde eu iria pegar o ônibus para a excursão. Uma mulher (definitivamente não trabalhava no metrô), com aparência de cigana (ou rampeira, ou de quem estuda ciências políticas na USP e chama de diversão assistir filmes búlgaros com dublagem de Arnaldo Jabor), me ajudou a comprar o bilhete de metrô: Não existe guichê, ou caixa, ou balcão para comprar com um atendente, lá é tudo na maquininha.

Stazione Lanza.

Ruas vazias, quase todos os comércios estão fechados. Ou é feriado ou eu passei pelas ruas onde todas as lojas passaram o ponto. Entrei em um Café (porque lanchonete não existe), e tomei um suco de laranja e comi um sanduíche de peito de peru que tinha, de verdade, o tamanho de um figo pequeno. Era tipo um bombom (no tamanho), mas salgado.

Novamente, informação com o dono da banca de jornal, pois a rua onde estava tinha os dois lados pares, e sem ordem crescente. Ou decrescente, a numeração parece ser feita por sorteio ou humor. Achei o local, achei o ônibus (com ar condicionado) que nos levaria pra o passeio, e vi as pessoas que estariam em contato comigo.

Fui à um Teatro della Scalla, onde tirei umas fotos (que na máquina saíram horríveis, e no iPhone, apesar de precisar economizar bateria, saíram melhores), mas apenas do teatro em si, o museu é proibido e não foi interessante, apenas curioso, pois falava da história dos figurões da ópera e do teatro (pelo que eu entendi da guia).

Depois fui para a Galleria Vittorio Emanuelle II, um dos shoppings mais antigos do mundo, que agora abriga lojas como Armani, Gucci, entre outras maravilhas do mundo fashion. Sim, um McDonalds ficava na praça central da galeria. Eu, inclusive, tirei uma foto do teto de vidro, da cúpula central, da Galleria, que é bem bacana. Cada esquina do centro da Galleria representa um continente que, infelizmente, eu não prestei atenção suficiente, mas tirei fotos.

De lá para o Duomo di Milano, que é lindo. Não é permitida a entrada de pessoas com os ombros e braços descobertos, de saia, entre outras coisas costumeiras, por se tratar de uma igreja. Em situações como essa, parece que eles emprestavam um pedaço de pano (tipo canga de praia) para a pessoa amarrar na cintura ou colocar nos ombros e se sentir um super-herói. Fomos avisados de que não era permitido tirar fotos lá dentro, mas depois de ver tanta gente tirando foto, descaradamente, pessoas com câmeras cuja lente era maior que minha perna, eu resolvi, com cautela e discrição, tirar algumas fotos internas, principalmente (ou apenas) dos vitrais, que são realmente lindos.

Um vitral tinha a história do Velho Testamento e a outra do Novo Testamento. Como um cartoon, disse a guia, para reforçar a mensagem. Os pilares internos são lindos também, altos e com cerca de 8 estátuas no topo.

Nessa hora lembrei do carrinho que o Vespa me emprestou para tirar foto por aqui. Parece que esse carrinho de brinquedo já rodou bons lugares, e infelizmente eu preciso esperar minha bagagem chegar, então não me senti culpado de, ainda, não ter tirado fotos dele por aqui. Pelo menos uma em Milão eu preciso tirar.

Saindo de lá, passando pela Piazza Duomo, onde tinha uma estátua com milhares de pombos (tirei foto), pegamos nosso ônibus da excursão e seguimos para o Castelo Sforzesco, cuja passagem foi rápida, mas tive tempo suficiente para tirar boas fotos.

De lá seguimos para a Igreja de Santa Maria delle Gracie, onde tem um afresco com a Santa Ceia, de Leonardo da Vinci, e a guia deu uma explicação da análise comportamental de cada personagem presente na arte, com sua respectiva interpretação corporal. Infelizmente fomos interrompidos pela segurança, com um aviso sonoro pelos alto-falantes dizendo para nos retirarmos: esqueci de avisar que lá só entram de 25 em 25, e existe um tempo certo para permanecer dentro. Lá, infelizmente, não podia tirar foto, filmar ou algo semelhante (talvez descrever em um gravador ou fazer um rascunho no guardanapo) e haviam muitas câmeras de vigilância.

Gastei uns €20 em souvenirs com esse passeio.

Terminando tudo, fiz uma caminhada sem compromisso (o que significa se perder de propósito) para conhecer melhor a região, e achei um lugar que servia sorvete de massa. Gelateria. Quando comecei a enterrar a colher no pote comecei a lembrar da reação das pessoas que já vieram pra cá falando que o sorvete italiano é maravilhoso, sem igual, fantástico, soberbo, e outros adjetivos pouco utilizados no dia-a-dia. Comi e achei muito bom. Muito bom mesmo, uma delícia. E só.

Eu peguei 3 tipos de chocolate: branco, meio-amargo e avelã (ou algo similar, tem aquele gosto de coisa fina). Talvez se pegar, da próxima vez, um sabor de frutas, para ver todas as diferenças, eu possa voltar falando como meus amigos viajantes.

O sorvete saiu €3 o pote, e as bolas de sorvete eram daquelas que só consegue ser feito em casa, aquela famosa bola de sorvete de quando a mãe serve a gente: grande, maciça, sem desperdício ou egoísmo.

Pediu sorvete? Então toma sorvete.

Voltei ao hotel, tomei um banho e passei as fotos da câmera para o notebook e escrevi mais um pouco. Provavelmente irei dar uma saída de noite, para comer algo e dar umas bandas. Neste momento, vou me deitar e descansar, andei bastante, e usando o mesmo chinelo de ontem: estou adquirindo pés de caiçara a milanesa.

Curiosamente, apenas meu dedinho direito do pé está em um ponto semi-dormente, o que significa que a sensibilidade dele está estranha, mas não nula (eu ainda tenho sensação nele, mas parece que acabou de levantar e estava dormindo, pesado). Provavelmente descansando ele melhore, assim como calçar um bom tênis com meia.

Fico no aguardo da bagagem, tenho a pretensão de apenas sair hoje à noite depois que receber a bagagem, para que eu possa usar roupas limpas. Amanhã será meu último dia na cidade, e precisarei ir para a próxima, Verona. Novamente, pedirei informação no balcão do hotel, ou usarei a internet hoje à noite (isso, claro, se tiver recebido minha bagagem).

Saindo para jantar, a balconista me olhou, eu olhei pra ela, nós dois nos olhamos, e ela me diz que a bagagem chegou, então a viagem se completa a partir de agora. Jantei no McDonalds por pura preguiça de tentar entender cardápio em italiano.

Uma hora de internet no hotel custa €4 e isso significa aproveitar bem: e-mail, Orkut, Twitter, Flickr e WordPress. Não sei se conseguirei ter tempo de colocar todas as fotos no Flickr, mas para não me preocupar (?) com atualizações instantâneas, façam a gentileza (vocês, milhões de visitantes do meu blog) de visitar o endereço periodicamente, tipo uma vez por semana, e conferir se tem algo.

Claro, se for um interesse imenso de vocês em verem minhas fotos. Por enquanto, não tenho vídeos, pois a filmadora estava na mala extraviada, que chegou hoje, então a partir de amanhã eu começo a fazer algumas babaquices com ela.

Ciao.

18ago (São Paulo – Madrid – Milão)

- ¿Carne ou pasta?
- Pasta. Gracias.

A comida estava boa, dormi mais um pouco, fui ao banheiro e alguém me interrompeu com batidas na porta: nada grave, apenas uma mulher muito educada que me olhou meigamente e aguardou eu sair do banheiro com elegância. Pelo seu comportamento, parecia que aquele era o banheiro dela, apesar de não ter visto o nome dela escrito em lugar algum.

Tirei fotos de coisas babacas (como ícones de sinalização) e algumas interessantes (como a vista do avião sobrevoando a cidade de Madrid.

O tempo entre um vôo e outro estava planejado para que desse tempo, mas infelizmente não consegui aproveitar bem por confundir os nomes dos portões (realmente são confusos) e precisei pedir para a Iberia me alocar no próximo vôo: o anterior (que perdi) era às 11h55, e agora estou agendado para as 15h30.

Nessa espera pelo vôo encontrei uma Starbucks, e isto alegrou minha tarde.

Acostumei-me a ouvir as pessoas falando em espanhol ao meu redor, raro era achar alguém falando em português (do Brasil).

É interessante escrever sobre cada dia da viagem, considerando que ainda estou em Madrid quando deveria estar a caminho de Milão, mas ainda assim a experiência começou a partir da despedida de meus pais no aeroporto. Quem dera achar uma zona grátis Wi-Fi para poder ligar pra casa, mandar e-mail, escrever para minha família, e o mais importante: avisar a agência que o meu translado precisará ser adiado por causa do vôo perdido.

As costas começam a doer por causa do uso do notebook em um banco de metal, e isso significa que irei pensar mais rápido no que escrever. Apesar do calor, o céu está branco (apesar do sol ter aparecido algumas vezes).

Certo tempo depois, e vi no painel que meu vôo estava do outro lado do aeroporto, e para isso a gente utiliza o metrô interno do aeroporto. Entrei no vôo, e meu lugar era no meio da fileira, precisamente dividindo um casal de franceses que chegaram depois de mim, e ambos concordamos em trocar de lugares.

Dormi.

MILÃO

Saindo do avião, fui correr atrás de minha bagagem (que chegou no vôo que perdi) e ela não estava lá. Essa informação veio depois de eu andar em círculos pelo saguão, e depois de muito tempo consegui falar com a atendente (desta vez com eficiência) e ela indicou a sala com malas perdidas, mas infelizmente nenhuma era minha.

Recebi o número de meu protocolo e fui para o hotel aguardar a chegada de minha bagagem e começar a aproveitar minhas férias. Depois de comprar uma Pepsi procurei uma farmácia por lá mesmo, mas estava fechada.

Taxi. Como no Brasil, uma roda de taxistas conversando. Chamei um deles:

- Scusi. Via Napo Torriano, per favore?

A distância do aeroporto para o meu hotel foi praticamente Guarulhos-Santana (só que sem trânsito algum), o que resultou em mais de €85. No final da corrida, falei para o taxista:

- Scusi non parlare italiano

Ele perguntou de onde eu era. Quando respondi Brasil, Sao Paolo ele disse obrigado e tchau. Gestos pequenos que me fizeram ganhar a noite: taxista simpático merece até mais do que recebe (mas de mim por enquanto não, pois o dinheiro está racionado).

Hotel San Carlo: pequeno e quente, sem ar condicionado, frigobar operando em temperatura ambiente (pelo pouco que procurei não encontrei botão de regulagem), box para tomar banho devia ter menos de 1 metro, e isso significa tomar banho usando cotoveleiras.

Liguei meu notebook e o carregador de pilhas USB nele, abri o Word, comecei a ver a bolsa que a Iberia me deu como cortesia (e pedido de desculpas) por causa do infortúnio da bagagem, e eles dão bastante coisa: linha e grampo (e botão) para camisa, uma camiseta branca (amassada), sapatilhas descartáveis, desodorante, perfume, xampu, touca de banho, bermuda/cueca de algodão etc.

Saindo do hotel, perguntei a um americano por farmácia, que fica no mesmo edifício da Estação Central (Centrale Stazione). Passando por vários restaurantes, pizzarias e dois McDonalds, comprei meu soro para lente de contato (€10), patatitas no McDonalds (€1,90) e uma Coca Zero 600 ml (€2) na banca, onde aproveitei para perguntar sobre onde poderia comprar roupas.

Voltando ao hotel, recebo uma ligação da Intercare com a boa notícia de que localizaram minha bagagem, e que amanhã a receberei no quarto. Não precisarei comprar tudo de novo, tampouco confrontar a perda de acessórios do iPhone, 2 óculos caros (um HB e outro Rayban), uma filmadora (a nova, que comprei só para a viagem) e outras coisas.

A situação me favoreceu para escrever. Dentes escovados, um calor imenso (mais de 30º durante o dia) e meus pés estão com aquele princípio de bolha por causa das caminhadas e corridas nos aeroportos usando chinelo.

Deus é bom, e cuida de mim.


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