Este dia não postei ontem, por algumas razões – no decorrer da postagem, entenderão.
Acordei tarde (oh yes), e vim verificar e-mails, recados etc. (para quem ainda não sabe, mais da metade do meu planejamento em Portugal é de trabalho, e o lazer seria apenas para os momentos que sobrassem), e acabei engatando uma conversa que foi bastante prolongada, até eu ver que não tinha almoçado (já se passavam das 15h aqui em Porto), então saí para comer, mas antes dei uma volta pelos arredores.
Para começar, a duas ou três quadras daqui do hotel, estava o local do TEDxO’Porto 2011, a Casa da Música, que já falei bastante nas outras postagens, e eu bati algumas fotos externas (quem tiver meu Facebook poderá ver), e depois fui para a Praça Mousinho de Albuquerque, onde tem o Monumento aos Heróis da Guerra Peninsular – não sei, sinceramente, se é algo que realmente turístico, mas eu gostei bastante, adoro monumentos, estátuas e arquitetura.
Depois, nos arredores, fui em uma padaria/lanchonete e pedi a tal da Francesinha. Me descreveram ela como um sanduíche de queijo, presunto e molho de pimenta/apimentado, algo assim, e na hora que eu pedi veio um monstro. Para quem quiser ver a aparência da criança, clique aqui.
Na volta para o hotel, eu lembrei que precisava comprar algumas coisas que não trouxe do Brasil, como cortador de unha, barbeador, espuma para barbear e um engradado de Coca-Cola Zero (assim eu paro de consumir o minibar – apesar de que o preço no minibar é o mesmo lá fora…”lá fora”, como se fosse Arquivo X). MAS, era domingo, e tudo estava fechado. Cazzo. Ou melhor, foda-se (sim, aqui fala-se isso sempre, é tipo uma mistura de “porra” com “né?”).
Na volta para o hotel, achei um supermercado, aberto, e entrei nele: era bem varejão, com bandejão de calcinha, pilha, parecia uma feira com parede e teto. Não achei o que eu queria, saí de lá.
Depois de comer aquela atrocidade à humanidade, eu precisava tomar um cappuccino e comer algo doce, então fui até a cafeteria que tem colada ao lado do meu hotel, onde havia a placa escrito proibido estudar: se alguém puder explicar o que isso significa aqui em Portugal, os comentários da postagem estão em aberto para isso (também).
Cappuccino + croissant de chocolate. Tá, maior comida de fresco, eu sei, alguns vão falar que eu deveria mascar um peixe vivo e beber diesel, mas estava bom, apesar do chocolate no meio do croissant ainda estar na forma de barra – alguém esquecem de esquentar o suficiente, talvez?
No hotel, perguntei ao recepcionista sobre algum lugar para comprar o que precisava, e ele me indicou outro supermercado, na rua do hotel, a poucas quadras: maravilha. Consegui comprar tudo, e o supermercado era bonito! Nada demais ou diferente dos brasileiros, mas comparando com o bandejão de calcinha, sinceramente…
Voltei para o hotel, voltei para o computador, voltei para a mesma conversa, com a mesma pessoa (sinceramente? Era uma conversa bastante interessante), e vi que ia ter um jantar pré-TEDx, mas o tempo passou tão rápido que quando eu fui ver no relógio de novo já havia passado da hora, então resolvi ficar por aqui mesmo.
Lembrem-se: eu acordei tarde.
Daí eu pensei em dormir cedo, já que precisaria levantar 6h30 para me arrumar e estar no evento a partir das 7h, mas acabe indo dormir tarde (depois das 2h), ou seja, eu me auto sacaneei, mas esta parte eu irei contar na próxima postagem.










